Ato da Virada no Largo da Batata
No dia 13 de outubro de 2026, apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram no Largo da Batata, em Pinheiros, São Paulo, para realizar o que foi nomeado de “Ato da Virada”. O evento teve início por volta das 18h e contou com a participação de militantes, estudantes e congressistas, todos mobilizados em prol da reeleição do petista. A manifestação aconteceu sob chuva, mas isso não impediu a presença entusiástica do público.
Organizada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) com o suporte do PC do B, do PV e da federação Psol-Rede, uma estrutura com palco foi montada para acomodar os discursos e as performances dos participantes. Este ato se destacou por sua tentativa de galvanizar o apoio popular em um momento crucial da campanha.
Apoio de deputados e militantes
O ato contou com a presença de várias figuras proeminentes, incluindo Fernando Haddad, ex-candidato ao governo de São Paulo, assim como Simone Tebet e Marina Silva, que estiveram na disputa pelo Senado. As deputadas reeleitas Erika Hilton e Sâmia Bomfim também estiveram presentes, demonstrando uma forte aliança entre diversos políticos de esquerda em apoio à campanha de Lula.

Os discursos apresentados durante o ato foram carregados de críticas à direita política, especialmente direcionadas ao senador Flávio Bolsonaro. Os apoiadores enfatizaram que os adversários temem uma virada na eleição, refletindo uma perspectiva de crescente confiança na campanha de Lula.
Críticas à direita e ao senador Flávio Bolsonaro
Os discursos proferidos durante o “Ato da Virada” enfatizaram a necessidade de resistência à chamada arrogância da direita. Os participantes criticaram diretamente a decisão do senador Flávio Bolsonaro de apoiar a proposta que visa o fim da escala de trabalho 6 X 1, classificando a ação como uma medida desesperada para conquistar votos no segundo turno das eleições.
Os narradores relataram que a ação do senador poderia não estar alinhada com as reais condições de trabalho, mas sim vinculada ao receio de uma perda de apoio nas urnas. A mobilização busca consolidar uma frente unida para ampliar a base de eleitores e garantir a continuidade da administração petista.
Mobilização pré-2º turno
A mobilização no Largo da Batata ocorre apenas dois dias após outro ato em apoio a Lula, que aconteceu na Avenida Paulista, onde o presidente já havia convocado seus apoiadores a se unirem. A estratégia da campanha petista é clara: engajar eleitores que não votaram no primeiro turno e atrair novos apoios para enfrentar a disputa no segundo turno.
A continuidade dessas mobilizações é considerada essencial para reforçar a imagem de Lula como um candidato viável e capaz de liderar o país, em um momento em que a polarização nas eleições parece estar em ascensão.
