Ato em apoio a Lula gera mobilização contra Flávio Bolsonaro

No dia 13 de outubro de 2026, ocorreu no Largo da Batata, em São Paulo, um ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A manifestação destacou a presença de ex-ministros e parlamentares que pediram a radicalização da campanha contra Flávio Bolsonaro (PL), especialmente em face do segundo turno das eleições.

Entre os principais oradores estavam parlamentares recém-eleitos, que expressaram um tom combativo e de resistência, destacando a importância de mobilizar os apoiadores de Lula.

ato pró-Lula

O público assistiu a momentos tensos, incluindo hostilidades contra a imprensa, ressaltando a polarização política em curso no país.

Detalhes do ato no Largo da Batata

No dia 13 de outubro de 2026, um ato pró-Lula foi realizado no Largo da Batata, em São Paulo, com a presença de diversos parlamentares e ex-ministros que demonstraram apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o evento, foi enfatizada a necessidade de intensificar a campanha eleitoral contra Flávio Bolsonaro (PL), à medida que o segundo turno das eleições se aproxima.

Enviar pelo WhatsApp compartilhe no WhatsApp

A manifestação foi marcada por um clima de mobilização, onde os participantes expressaram solidariedade ao presidente e lançaram apelos para aumentar a votação em sua candidatura. Os discursos tomaram um tom de resistência e combatividade, refletindo a importância do apoio popular para a continuidade da agenda governamental.

Discursos e posicionamentos dos parlamentares

Os discursos proferidos no ato pró-Lula foram dominados por parlamentares freshly eleitos, como Leonardo Grandini (PT), que se declarou o maior adversário do governador Tarcísio de Freitas. Ele utilizou termos como “resistência” e “guerra” para transmitir a urgência das mobilizações em favor de Lula. A deputada Duda Hidalgo (PT) também adotou uma postura combativa, assim como a deputada federal Natália Boulos (Psol), que se posicionou como defensora dos eleitores de Lula no Congresso contra os bolsonaristas.

A participação de outros representantes de esquerda, como Sofia Favero (Psol) e os deputados Guilherme Cortez e Erika Hilton, que pediram ao público para se mobilizar nos 12 dias que antecedem o segundo turno, também foi destacada. Eles reiteraram suas posições como adversários dos deputados Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira (PL-MG). Juntos, reforçaram a união dos partidos de esquerda no enfrentamento político.

Pressão sobre a imprensa e hostilidades

Durante o evento, o jornalista João Vitor Revedilho, da Jovem Pan, foi alvo de hostilidades por parte de um grupo de manifestantes. Ele foi atacado enquanto tentava realizar uma entrada ao vivo e sofreu agressões verbais, além de ter gelo jogado contra si. Para garantir sua segurança, foi necessário que ele fosse escoltado por membros da segurança de Fernando Haddad e pela vereadora Luna Zarattini.

Os organizadores do ato pró-Lula se manifestaram em nota repudiando as hostilidades contra a equipe de imprensa. A nota enfatizou que o evento foi planejado como uma manifestação pacífica e democrática, ressaltando que a liberdade de imprensa deve ser respeitada e nenhuma atitude que cerceie esse direito é aceitável. Assim, os organizadores se distanciaram das ações dos manifestantes que atacaram o jornalista, reafirmando os princípios democráticos do movimento.